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terça-feira, 13 de novembro de 2012

EAS - Soluções em Gestão de Riscos


EAS - Soluções em Gestão de Riscos

Missão - 
Preparar os profissionais da sua Empresa, como se fossem não somente nossos funcionários, mas membros de nossa família.

Descrição - 
EAS – Soluções em Gerenciamento de Riscos é uma empresa especializada em Segurança do Trabalho, com o intuito de prevenir possíveis acidentes e doenças no trabalho, oferecendo consultoria, auditoria, treinamento e serviços específicos aos mais diversos ramos de atividades e empresas. Todos os procedimentos são norteados por Normas Nacionais e Internacionais vigentes. Dispomos de profissionais experientes, que irão diagnosticar as necessidades, proporcionando alternativas adequadas a cada situação.

Consultoria, auditoria e Treinamentos em SSMA, especificamente em Gestão de Riscos.
Informações de contato - Telefone (83)8709-5892 / (83) 8740-4344 & 9672-5545

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

TRT-PB e CPR-PB realizam evento sobre prevenção de acidentes para juízes do trabalho



“Creio que este seminário não vai ficar como acontecimento eventual, mas como semente que foi bem plantada”, disse o vice-presidente do TRT-PB e diretor da Escola Judicial, desembargador Carlos Coelho, durante encerramento do seminário “A NR-18  e os fundamentos da segurança e saúde no trabalho na indústria da construção”, que aconteceu nos dias 18 e 19 de outubro, no auditório do Tribunal Regional do Trabalho, em João Pessoa.
         O evento reuniu dezenas de magistrados trabalhistas da Paraíba e de outros estados brasileiros, além de procuradores do trabalho, e teve por objetivos:  discutir o acidente do trabalho enquanto fenômeno multicausal e socializar uma visão estratégica da NR-18 como instrumento de indução de ambientes de trabalho seguros e saudáveis. O seminário contou com o apoio da Escola Judicial, da Associação dos Magistrados do Trabalho e da Procuradoria Regional do Trabalho da 13ª Região, tendo sedimentado a parceria entre o CPR-PB (Comitê Permanente Regional Sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção da Paraíba) e o Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região, no âmbito do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho, lançado pelo TST em 2011.

         Para os juízes Marcello Maia e José Artur, que são membros do TRT-13ª Região e do CPR-PB, a Justiça do Trabalho está vivendo um momento ímpar, quando magistrados estão saindo de seus gabinetes para se engajar em ações pró-ativas voltadas à segurança nos canteiros de obra. “O seminário é fruto dessa parceria. Vamos aproveitar para aprofundar os estudos sobre a NR-18, porque assim poderemos contribuir com a prevenção dos acidentes de trabalho”, afirmou o juiz Marcello Maia.

Programação do seminário
A palestra de abertura foi conduzida por José Hélio Lopes, psicólogo organizacional e educador da FUNDACENTRO-PE, que abordou o tema “CPR-PB - uma instância colegiada e interinstitucional na busca de obras seguras e saudáveis”. A segunda palestra - “Superando antigos paradigmas: uma concepção sistêmica do acidente de trabalho” - ficou a cargo do engenheiro de segurança do trabalho e tecnologista Leônidas Ramos Pangaggis, da FUNDACENTRO/CTN-SP.
Em seguida, aconteceu o painel “Condições de trabalho no setor construtivo sob a ótica das representações sindicais”, cujos painelistas foram Ozaes Barros Mangueira Filho, vice-presidente de relações trabalhistas do SINDUSCON-João Pessoa,  e Paulo Marcelo de Lima, presidente da CUT-PB e diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de João Pessoa.
As palestras “Visão contextual das normas regulamentadoras do MTE e arquitetura da NR-18” e “NR-18 aplicada: estudo de caso” foram apresentadas por Carlos Alberto Castor de Pontes, auditor fiscal do trabalho da SRTE-PB.  O tema “NR-18: tópicos para uma abordagem estratégica” teve como responsável a também auditora fiscal da SRTE-PB, Soraia di Cavalcanti Pinheiro.
A programação contou ainda com a palestra “O PCMAT como instrumento de gestão da segurança e saúde na indústria da construção”, ministrada por Nelma Mirian Chagas de Araújo, doutora em Engenharia de Produção e pró-reitora de pesquisa, inovação e pós-graduação do IFPB.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Cabos de aço


NR-18 Ilustrada



Reportagem: Juliana Martins

Esta seção apresenta detalhes da Norma Regulamentadora no 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil (NR-18), que estabelece critérios mínimos de segurança e conforto para as instalações e serviços de canteiro

O uso dos cabos de aço em obras se dá especialmente em aparelhos de elevação e içamento e demandam cuidados visando à segurança dos trabalhadores. A resistência dos cabos depende da qualidade do material e do desgaste ao longo de sua vida útil. Para o bom uso desse elemento é preciso observar as condições corretas de utilização, armazenamento, conservação e dimensionamento. Os cabos devem ser lubrificados periodicamente.

Os cabos de aço são fixados em suas extremidades com ganchos ou laços. Os laços são formados pelo trançamento do próprio cabo. Os ganchos são acrescentados ao cabo diretamente pelos fabricantes.

É necessário verificar periodicamente as amarras e o enrolamento do cabo no tambor a fim de perceber se há deformações. Toda vez que o cabo apresentar alterações que possam comprometer sua integridade física, deve ser substituído.

FIXAÇÃO E ASPECTO EM GERAL

CONDIÇÕES E DICAS DE USO
  

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Perigo quase invisível

Perigo quase invisível

Muitas vezes ignorados, mas presentes nas atividades cotidianas dos canteiros, substâncias e compostos químicos podem penetrar no organismo por via respiratória, pele e mucosas, causando danos à saúde


Reportagem: Juliana Nakamura

Marcelo Scandaroli


Presentes em tintas, solventes, produtos de impermeabilização, adesivos, cimentos e em uma infinidade de materiais, os agentes químicos são substâncias, compostos ou produtos cujas minúsculas partículas são capazes de penetrar no organismo humano na forma de poeiras, fumos metálicos, gases, vapores, etc.

As consequências mais comuns do contato com essas substâncias são doenças de pele e respiratórias. Uma das mais graves é a silicose, doença pulmonar provocada pela inalação de poeiras minerais presentes na manipulação, quebra ou corte de materiais como areia, argamassa, azulejo, brita, cerâmica, concreto e tijolos. Dependendo do material ao qual a pessoa é exposta, bem como do tipo e tempo de contato, outros problemas ainda mais sérios podem acontecer, de intoxicações a lesões no sistema nervoso central ao câncer.

"Infelizmente ainda nos deparamos com muitos atos de negligência aos riscos provocados pelos agentes químicos", comenta Andreia Kaucher Darmstadter, superintendente do departamento de Segurança do Trabalho do Serviço Social da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Seconci- MG). Ela explica que isso se deve, em grande parte, ao fato de os danos provocados nem sempre serem notados imediatamente.

Medidas de prevenção
Andreia lembra que todos os empregados de uma obra, antes do início das atividades, devem ser submetidos a curso mínimo de seis horas visando a garantir a segurança. Este treinamento deve passar instruções e medidas a serem adotadas para proteção dos trabalhadores quando houver exposição a agentes químicos.

Além disso, reuniões periódicas acompanhadas pelos profissionais de segurança são importantes para disseminar o conhecimento sobre riscos dos agentes químicos. "É fundamental haver programa com medidas de controle a serem adotadas quando, em qualquer fase da obra, os riscos detectados ultrapassarem os valores limites das normas", diz Andreia.

Armazenamento
Muita cautela deve ser adotada no armazenamento de produtos químicos. Aqueles que serão utilizados por longo período de tempo devem ser armazenados corretamente no almoxarifado (devidamente identificados e fechados), conforme orientações do fabricante. Além disso, produtos tóxicos e perigosos precisam ser mantidos sobre áreas impermeáveis, capazes de reter eventuais vazamentos. Da mesma forma, materiais finos e pulverulentos devem ser estocados cobertos, ao abrigo do vento.

Os equipamentos de proteção individual (EPIs), como luvas, botas, óculos e máscaras respiratórias, devem ser sempre utilizados. Eles evitam, por exemplo, a exposição à poeira nas atividades de peneiramento da areia, polimentos e cortes de concretos e pedras, trabalhos com gesso, serviços de acabamentos e na limpeza. Também protegem contra a absorção de produtos tóxicos pela pele, que podem causar desde dermatites até intoxicação.

SINALIZAÇÃO 
A sinalização do ambiente de trabalho também é indispensável para alertar sobre riscos e a necessidade de utilização dos equipamentos de proteção.

TheAllPhoto/Shutterstock/Bakelyt/Shutterstock


Sinais de obrigação: desenhos brancos sobre fundos azuis em placa de formato circular. Utilizados para indicar obrigatoriedade de uso de EPI. São usados, por exemplo, para lembrar a necessidade de uso de máscaras de respiração e devem ser colocados próximos às betoneiras, a recintos fechados de pintura e de aplicação de gesso.
Sinais de perigo: cartaz ou placa com desenho preto em fundo amarelo. Usado para indicar situações de atenção, precaução, verificação ou atividades perigosas, como no acesso aos locais de trabalho onde substâncias tóxicas e inflamáveis são utilizadas.


INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA
As empresas que fornecem produtos químicos são obrigadas a apresentar as Fichas de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQs), que são fonte de consulta de dados sobre sua composição e manuseio de forma a garantir a saúde do trabalhador.

Também beneficiam o meio ambiente ao trazer informações ecológicas sobre descarte do material e da embalagem. Em hipótese alguma um produto químico deve ser recebido em canteiro sem acompanhamento de sua FISPQ.

A Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu o Sistema Globalmente Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS) que padroniza as FISPQs internacionalmente. No Brasil, a Norma Regulamentadora 26 (NR 26), revisada em maio de 2011, estabeleceu a obrigatoriedade da adaptação das FISPQs ao GHS a partir de 1° de junho de 2015 para misturas químicas.

Antecipando-se a essa determinação, algumas empresas da construção civil já disponibilizam as FISPQs atualizadas. A Weber Saint-Gobain, por exemplo, já disponibiliza as FISPQs de suas argamassas, de acordo com as novas normas.

Confira na versão online dessa reportagem, em www.equipedeobra.com.br, como é a FISPQ do produto "Reformas Rolado Quartzolit", da Weber Saint-Gobain.

PRINCIPAIS AGENTES DE RISCO

Fotos: Marcelo Scandaroli Poeiras metálicas
Quando: 
durante o corte de vergalhões
Riscos:
 doenças do sistema respiratório
Como evitar:
 uso de máscaras ou equipamento de proteção respiratória, óculos e luvas

Poeiras alcalinas
Quando:
 manipulação e transporte de cal e cimento
Riscos: 
doenças pulmonares crônicas, dermatites, urticária, conjuntivite, inchaço das membranas
Como evitar:
 uso de máscaras ou equipamento de proteção respiratória, óculos e luvas
 Fotos: Marcelo Scandaroli

Fotos: Marcelo Scandaroli Poeiras minerais
Quando: 
corte de rochas minerais, carregamento e descarregamento de areia, corte de revestimentos e telhas cerâmicas
Riscos:
 fibroses, bronquite, asma e câncer
Como evitar: 
uso de equipamento de proteção respiratória, óculos e luvas. A realização de cortes a úmido ajuda a evitar a dispersão da poeira

Poeiras vegetais
Quando:
 corte e lixamento de madeira
Riscos: 
rinite alérgica e adenocarcinomas
Como evitar:
 uso de máscaras ou equipamento de proteção respiratória, óculos e luvas
 Fotos: Marcelo Scandaroli

Fotos: Marcelo Scandaroli Fumos metálicos
Quando:
 operação de corte e soldagem a quente
Riscos:
 doença pulmonar obstrutiva, febre dos fumos metálicos e intoxicação
Como evitar:
 uso de equipamento de proteção respiratória, óculos, luvas e botas

Produtos químicos
Quando:
 manipulação de ácido muriático e clorídrico, aguarrás, argamassas, desmoldantes, primer, resinas, thinner, tintas, vernizes, etc.
Riscos: 
dermatite de contato, intoxicações, reações inflamatórias na pele e nas vias respiratórias superiores, lesões na mucosa dos olhos, câncer, lesões no sistema nervoso central
Como evitar:
 uso de equipamentos de proteção obrigatórios, como luvas, óculos e máscaras ou equipamento de proteção respiratória
 Fotos: Marcelo Scandaroli

Fotos: Marcelo Scandaroli Gases, névoas e vapores
Quando: 
operações de corte e soldagem a quente, pintura com pistola, manuseio de produtos químicos que podem evaporar quando expostos à temperatura ambiente
Riscos: 
efeitos asfixiantes (dor de cabeça, náuseas, sonolência, convulsões, coma e morte), efeitos irritantes (irritação das vias aéreas superiores, pele e mucosa dos olhos), danos ao sistema nervoso, a diversos órgãos do corpo e ao sistema formador de sangue. Aumento da probabilidade de asma ocupacional
Como evitar: 
uso de equipamentos de proteção obrigatórios, como luvas, óculos e equipamento de proteção respiratória

Fonte: Adaptado de "Segurança Química na Indústria da Construção", Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro).


http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/52/perigo-quase-invisivel-muitas-vezes-ignorados-mas-presentes-nas-267864-1.asp

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Como locar andaime fachadeiro



Edição 135 - Outubro/2012

Como locar andaime fachadeiro

Equipamento deve atender aos requisitos da NR-18 e da NBR 6494, além de conter nas peças a identificação do fabricante, tipo, lote e ano de fabricação

Juliana Nakamura

Marcelo Scandaroli
Os trabalhos em superfícies verticais requerem dispositivos especiais que deem mobilidade ao trabalhador, proporcionando bons índices de produtividade sem comprometer a segurança. O andaime fachadeiro busca atender essa demanda. O equipamento é indicado para a realização de serviços de alvenaria e acabamentos em fachadas de edifícios residenciais e comerciais. Também pode ser utilizado na manutenção em fachadas, na indústria e em obras de infraestrutura como, por exemplo, na montagem de ferragens e fôrmas de concreto.

Esse tipo de andaime tem como principal característica contar com painéis de largura e altura adequadas para o trânsito de pessoas e materiais por toda a fachada. Dessa forma o operário tem acesso a toda extensão da fachada sem precisar passar de uma torre individual de andaime para outra.

Especificação
O mercado oferece uma ampla variedade de andaimes fachadeiros. O mais usual é o andaime fachadeiro modular, composto por painéis metálicos simples e/ou com escada tipo marinheiro acoplada, diagonal X de travamento, guarda-corpo horizontal, barras de ligação, pisos metálicos e/ou elementos horizontais que servem para suportar o piso em madeira, além de escada interna com alçapão.

Há também os fachadeiros multidirecionais, que são compostos por postes com rosetas e/ou estribos multidirecionais, travessa horizontal de travamento com engate e pinças, travessa diagonal (vertical e horizontal) com engate e pinças, piso metálico e/ou apoios para forração em piso de madeira, além da opção de escada interna. 

Esse andaime é mais utilizado em obras de infraestrutura e industriais. Além disso, tem custo de venda e locação superior ao do andaime fachadeiro modular.

Para Ubiraci Espinelli Souza, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e diretor da Produtime, o andaime fachadeiro pode ser boa opção tanto na construção de um sobrado quanto de um edifício. Mas ele é mais vantajoso quando o seu tempo de permanência na obra não é muito longo. "Se o edifício é muito alto, a estrutura montada no primeiro andar pode ficar ociosa muito tempo, o que eleva o custo de locação. Nesse caso, o balancim torna-se a melhor opção", diz Espinelli. Ele lembra que, ao programar o uso desse tipo de equipamento, deve-se levar em conta seu tempo de montagem. De forma geral, para uma estrutura de 100 m² são necessários dois homens e um dia de trabalho.

Cotações de preços e fornecedores
Acessórios, metragem e complexidade do projeto definem o preço do andaime fachadeiro. Normalmente esses equipamentos são alugados por metro quadrado de fachada, mas há projetos específicos considerando interferências e soluções técnicas que podem ser cobradas. Nesse caso, o preço passa a ser global. É possível encontrar empresas que alugam e vendem andaimes fachadeiros em todo o Brasil. Um critério para avaliar a procedência de uma fornecedora é checar se os equipamentos que ela oferece correspondem às normas de fabricação, como a NBR 6494.

No ano passado, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou uma portaria exigindo que o mercado deixe de utilizar painéis, tubos, pisos e contraventamentos dos andaimes sem identificação do fabricante e referência do tipo, lote e ano de fabricação, tudo exposto no corpo do equipamento. Segundo a portaria, essas gravações devem constar "de forma aparente e indelével" nas partes dos andaimes. 

No momento da contratação é importante que fique bem claro o que o fornecedor está oferecendo e se a contratação inclui montagem, bem como a equipe de técnicos que irá prestar auxílio na obra.

Logística
O transporte do equipamento deve ser acordado previamente em contrato Quando de responsabilidade da locadora, é entregue no endereço indicado, mediante nota fiscal e checklist de peças. Quando contratado frete à parte, duas verificações são necessárias: uma na retirada das peças no locador e outra na chegada no canteiro de obras. O armazenamento, se necessário, deve ser feito em local seco, coberto e protegido de intempéries. Vale lembrar que as locadoras costumam cobrar multas por avarias decorrentes do mau uso dos equipamentos.

Cuidados de execução
Andaimes fachadeiros têm montagem simples. Mas é importante que ela seja precedida de planejamento e acompanhada de cuidados para garantir a segurança dos trabalhadores. A área sob a plataforma de trabalho, por exemplo, precisa ser devidamente sinalizada e delimitada, sendo proibida a circulação de trabalhadores dentro daquele espaço.

De acordo com a NR-18, os equipamentos jamais devem receber cargas superiores às especificadas pelo fabricante. A carga deve ser distribuída de modo uniforme, sem obstruir a circulação de pessoas, e deve ser limitada pela resistência da forração da plataforma de trabalho. Além disso, a movimentação vertical de componentes e acessórios para a montagem e/ou desmontagem do andaime deve ser feita por meio de cordas ou por sistema próprio de içamento.

As boas práticas relacionadas à montagem de fachadeiros preveem, ainda, que os montantes tenham seus encaixes travados, assim como os painéis e as peças de contraventamento. Os andaimes fachadeiros precisam dispor, ainda, de proteção com tela de arame galvanizado ou material de resistência e durabilidade equivalentes, desde a primeira plataforma de trabalho até pelo menos 2 m acima da última.

ENTREVISTA - GIOVANI PONS SAVI

Segurança em altura

Quais são os principais riscos aos quais os trabalhadores estão expostos no uso de andaimes fachadeiros?

O principal risco no uso de qualquer tipo de andaime é a queda do trabalhador ou de materiais. Para minimizar esses riscos é importante que o equipamento seja devidamente montado, assim como são obrigatórios o uso do cinto de segurança tipo paraquedista e o cumprimento das determinações das NRs 18 e 35 sobre trabalho em altura. As condições climáticas também devem ser avaliadas pois ventos fortes e chuvas diminuem as condições de segurança e potencializam os riscos de acidentes do trabalho.

A que itens a construtora deve estar atenta na hora de contratar o equipamento?
A empresa deve checar se há responsável técnico pelo dimensionamento do andaime e se o mesmo atende à NR-18 e à NBR 6494.
acervo pessoal
 
'As condições climáticas devem ser avaliadas pois ventos fortes e chuvas diminuem as condições de segurança e potencializam os riscos de acidentes do trabalho'
Giovani Pons Savi, consultor em segurança no trabalho
 
Quais são os principais cuidados que devem ser tomados na montagem?
As montagens devem ser precedidas de projeto e acompanhadas de sua respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Além disso, o fabricante deve fornecer manual que contenha no mínimo: a) especificação de materiais, dimensões e posições de ancoragens e entroncamentos; e b) detalhes dos procedimentos sequenciais para as operações de montagem e desmontagem. Entre outros cuidados, também deve ser observado se todos os trabalhadores são qualificados e receberam treinamento específico para o tipo de andaime em operação.

NORMAS TÉCNICAS

 NR-18 (itens 18.15.19 a 18.15.25
 NR-35 Trabalho em Altura
 ABNT NBR 6494:1991 - Segurança nos Andaimes


Colaboração:
Ribamar Gomes
AFT - STRE-PB

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

SEMINÁRIO TÉCNICO




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VII ENATEC - ENCONTRO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO


Descrição: fenatest
VII ENATEC
ENCONTRO NACIONAL DOS TÉCNICOS
DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Realização:
Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho  FENATEST e
Sindicatos Estaduais dos Técnicos de Segurança do Trabalho afiliados a FENATEST

CONVITE I

05 de outubro de 2012
8h00 Recepção e entrega de material

8h30
Formação e capacitação profissional do técnico de segurança do trabalho
Expositores: Antônio Tadeu da Costa – SENAC; Maria Muccillo - Fundacentro; um representante do MEC
Debatedores: João Carlos Figueira (SC); Maria José L. Souza (AC); Valdizar Albuquerque (SP) e especialistas convidados

9h40
40 anos do SESMT – A contribuição dos técnicos de segurança para a prevenção de acidentes: realizações e modelos de resultados
Expositores: Rinaldo Marinho Costa Lima (MTE) e representantes dos profissionais dos SESMT
Debatedores: Marcos Antônio Ribeiro (SP ); Cosmo Palasio (SP ); Aristeu Lázaro Salvador (AL ); Jaziel Aristides de Carvalho (BA ) e convidados

10h50
FAP e NETEP da Previdência Social, a política nacional de segurança e saúde no trabalho e a relação com as atribuições dos técnicos de segurança do trabalho
Expositores: Paulo Rogério Albuquerque (MPS) e Carlos Augusto Vaz de Souza (MS)
Debatedores: Nilson Airton Laucksen (RS); Igor Xavier Pereira da Silva (RN); José Augusto da Silva Filho (DF); especialistas e convidados

12h00
CONFETEST - Conselho Federal e Regionais dos Técnicos de Segurança do Trabalho
Expositor: Armando Henrique
Debatedores: Aldemir Amaral (AM); Luiz Marvão (CE); Carlos Nascimento (RS) e convidados

13h00 Almoço

14h00
Plenária com presença do ministro do trabalho, presidentes das centrais sindicais e autoridades comprometidas com SST
Debatedores: Adir de Souza (PR) – vice-presidente da Fenatest Região Sul; Edeltrudo Maldonado (MG) – vice-presidente da Fenatest Região Sudeste; Edson dos Santos Ramos (DF) – vice-presidente da Fenatest Região Centro-Oeste; Antônio Tavares (AM) - vice-presidente da Fenatest Região Norte; Alfredo Luiz da Costa (RN) – vice-presidente da Fenatest Região Nordeste.
Cerimônia de entrega do abaixo-assinado com 50 mil assinaturas para regulamentação do Confetest - comprometimentos do governo, empresários, especialistas e trabalhadores nas ações de SST

16h00 às 21h00
Visitas à XIX FISP – Feira Internacional de Segurança e Proteção
CONVITE II
I CICLO DE (DEBATE-ENATEC)
PARA O ENCONTRO NACIONAL DOS TÉCNICOS
DE SEGURANÇA DO TRABALHO

03 de outubro de 2012
14h00
Funções e competências dos técnicos de segurança do trabalho de segurança nas ações de SST
Foco: Portaria 3.275/MTE, CBO do Técnico de Segurança do Trabalho e conflitos corporativos
Moderador: Walter de Souza Monteiro (SE)
Debatedores: Paulo Sebastião Pessoa (PE); Milton Pereira de Oliveira (DF); convidados e interessados

16h00 Coffee Break

16h30 às 18h30
Empregabilidade e oportunidades de trabalho em gestão de SST
Foco: Convenções coletivas, fiscalizações, trabalho dignos para os gestores em SST
Moderador: Elias Bernardino da Silva (RJ)
Debatedores: Josué Correa do Nascimento (ES); José Nivaldo Barbosa (PB); convidados e interessados

04 de outubro de 2012
14h00
Ética, boas práticas, ações integradas, controle social em SST
Foco: Interação institucional
Moderador: Geraldo Ananias Pacheco (MT)
Debatedores: Amilton Bispo (RO); Jorgilene Nazaré Pantoja (PA ); convidados e interessados

16h00 Coffee Break

16h30 às 18h30
Financiamentos, comprometimentos e informações na gestão de SST
Foco: Os papéis dos empregadores, dos trabalhadores e governo
Moderador: Hildemar de Jesus Nina (MA)
Debatedores: Airton Nardelli (PR); Antônia Marize de Menezes (PB); Domingos Sávio (MG); convidados e interessados

05 de outubro de 2012
16h30 às 18h30
Relacionamento interpessoal como o principal fator de perda de emprego e oportunidade de trabalho
Foco: Formação continuada e socialização do papel do Técnico de Segurança do Trabalho
Moderador: Valdecy Meirelles do Carmo (GO)
Debatedores: Ana Paula Lima (DF); João Jodacy Queiroz (TO); André Luiz Ferreira (MS); convidados e interessados

INFORMAÇÕES GERAIS
• Os inscritos deverão comparecer a partir das 08h00 na secretaria do evento.
• Reservamos no direito de alterar o prétemário para a confecção do temário oficial.

CONVITE - I
Público-alvo
• Técnicos de Segurança do Trabalho e interessados
Data
• 05 de outubro de 2012
LocaL
• Auditório paralelo à XIX FISP - Feira Internacional de Segurança e Proteção - Centro de Convenções Imigrantes - São Paulo

CONVITE - II
Público-alvo
• Dirigentes das sindicais da categoria dos técnicos de segurança do trabalho, técnicos de segurança do trabalho, convidados e interessados
Datas
• 03, 04 e 05 de outubro de 2012
LocaL
• Auditório anexo ao estande da Fenatest/Sintesp

COLABORAÇÃO
CIPA FM PUBLICAÇÕES E EVENTOS LTDA
PACIN EVENTOS
Outras informações no folder (anexo)
PARTICIPEM!
“VENHA ENGRANDECER  E FORTALECER AS NOSSAS LUTAS E CONQUISTAS”

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Curso de CONTROLE DE INSALUBRIDADE


Curso de
CONTROLE DE INSALUBRIDADE
Uma Estratégia Baseada em Cinco Pilares

27 a 28
DE SETEMBRO
carga horária
16
horas
LOCAL:
Auditório do CREA/PB
Avenida Dom Pedro I, 809 Centro | João Pessoa/PB

horário: das 08h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00



Procedimento de Gestão do Controle da Insalubridade
1º Pilar – Avaliação adequada dos Riscos
2º Pilar – Dimensionamento adequado das Medidas de Controle
3º Pilar – Treinamento
4º Pilar – Laudo Técnico
5º Pilar – Eficácia medida pelo PCMSO; A estratégia da supressão do adicional de insalubridade.

OBJETIVO:

Capacitar os profissionais a controlarem a insalubridade nas empresas, a partir da compreensão da lei e da lógica dos Cinco Pilares Básicos do Controle da Insalubridade, de autoria do ministrante do curso.

MATERIAL DIDÁTICO INCLUSO:

- Livro: Controle da Insalubridade – Uma estratégia baseada em cinco pilares.
- Apostila para acompanhamento das telas e anotações.

EMENTA:

A Viabilidade Legal, Técnica e Econômica do Controle da Insalubridade; O conceito universal de proteção ao trabalhador; O espírito da legislação trabalhista e previdenciária; Como entender a insalubridade do ponto de vista decisório; Como transformar as ameaças em oportunidades; Como contabilizar os custos dos adicionais de insalubridade; Como calcular a relação custo-benefício de investimento no controle de insalubridade; Exemplos e cases; Estrutura do sistema de gestão OHSAS 18001; Procedimento de gestão aplicável ao controle da insalubridade; Noção de Engenharia Econômica; Proposta de metodologia de cálculo de taxa e tempo de retorno de investimento; Conceito de direito adquirido; Alternativas de manutenção legal da renda do trabalhador; Princípios da negociação com sindicatos e trabalhadores; Procedimentos de supressão válidos e legais.

INVESTIMENTO: até 31/07 – R$ 495,00 | até 31/08 – R$ 550,00 | até 26/09 – R$ 610,00


PALESTRANTE:

Paulo Roberto de Oliveira - Mestre em Engenharia Ambiental, Engenheiro Civil, Administrador de Empresas, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Pós-Graduado em Planejamento Empresarial, Especialista em Higiene Ocupacional, Higienista Ocupacional Certificado pela ABHO – Associação Brasileira de Higiene Ocupacional sob nº HOC 040 e Representante Regional da ABHO para Paraná e Santa Catarina. Empresário do setor de serviços, Sócio Fundador da Ambientec, empresa de consultoria que atua nas áreas de Higiene Ocupacional, Engenharia de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente. Já atuou como diretor da Bolsa de Negócios de SC e foi vice-presidente executivo da Ajorpeme – Associação de Joinville e Região da Micro e Pequena Empresa nas gestões de 1999 e 2000. Foi professor da cadeira de Higiene Ocupacional – Riscos Físicos e Químicos em cursos de pós-graduação em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho das Faculdades São Camilo/SP e FEJ/Joinville. Autor do livro Controle da Insalubridade – Uma Estratégia Baseada em Cinco Pilares, LTr - 2009, é colaborador da Revista Proteção e atua como Conferencista, já tendo ministrado diversos cursos e palestras em todo o Brasil.

RESERVA DA INSCRIÇÃO:

Faça sua reserva pelo telefone (83) 3578-7020 ou (83) 8744-8082, com Sr. Petronio ou Edmilson, ou pelo e-mail petronio@ambientec.com. A reserva só será efetivada mediante o recebimento da ficha de inscrição.



DADOS PARA INSCRIÇÃO:

Para fazer sua inscrição, responda esse e-mail com as seguintes informações: nome da empresa, CNPJ/IE, endereço, bairro, CEP, cidade, estado, telefone e e-mail. Não se esqueça de enviar a relação com os nomes completos dos inscritos.


O pagamento poderá ser realizado por depósito bancário nominal a Telecipa Comercial Ltda., junto ao Banco HSBC Agência 0125 | C/C 30303-21. O comprovante de depósito deverá ser encaminhado via fax para (83) 3578-4850 ou e-mail para petronio@ambientec.com, juntamente com os dados para inscrição, o que representará o compromisso da AMBIENTEC de garantia de vaga e do inscrito, na participação do curso. Caso prefira Boleto Bancário, assinale essa opção.